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Mater Dei Vacina

O Mater Dei Vacina oferece as principais vacinas do nascimento até a fase adulta e a terceira idade. Algumas vacinas são conjugadas, ou seja, conferem imunidade para várias doenças com apenas uma aplicação e provocam menos reações adversas, porque são acelulares. Além das vacinas do calendário oficial brasileiro, o Hospital também oferece imunização que a rede pública não dispõe para a população.

O armazenamento das vacinas é feito com rígido monitoramento do controle de temperatura, em conformidade com a legislação vigente. Como medida de segurança, os clientes a permanecem no Hospital por 30 minutos após serem imunizados, pois há comprovação científica de que as reações adversas mais graves a vacinas ocorrem entre 20 e 30 minutos depois da aplicação. Além disso, caso seja necessário atendimento médico, o paciente tem acesso à estrutura do Mater Dei.

A imunização é feita em sala específica, com estrutura apropriada. O atendimento ao cliente é humanizado e personalizado. A equipe recebe capacitação frequente para aprimorar o serviço e proporcionar mais conforto para os pacientes.

Vacinas disponíveis no Laboratório do Mater Dei:
  • Haemophilus
    • O Haemophilus influenza tipo B era um dos principais agentes causadores de Meningites antes da introdução da vacina no calendário de diversos países. A vacina conjugada foi capaz de reduzir o número de casos a praticamente zero em nosso país, e deve ser aplicada a partir de dois meses de idade em duas doses com intervalo de dois meses entre elas. Um reforço após um ano é indicado. 
    • A vacina é segura e eficaz, praticamente sem nenhum efeito colateral, e deve ser aplicada em conjunto com outras vacinas: Pólio, Tríplice e Hepatite B (na mesma seringa), propiciando a redução no número de injeções e maior conforto para as crianças.
  • BCG
    • O nome significa Bacilo de Calmette e Guérin em homenagem aos dois cientistas que, em 1920, a produziram com um bacilo semelhante ao causador da tuberculose. Esta vacina é eficaz na prevenção das formas graves de tuberculose, principalmente no sistema nervoso central, forma disseminada no pulmão e óssea, mas não tão eficaz na prevenção da tuberculose pulmonar. Deve ser aplicada logo ao nascer, por via intradérmica no braço direito e sua aplicação produz uma inflamação (pápula) no local que se resolve em quatro ou seis semanas. 
  • Dengue
    • É necessário o agendamento prévio pelo telefone (31) 3339-9010, das 10h às 18h, de segunda a sexta-feira. A vacina é indicada para pessoas entre 9 e 45 anos e não é recomendada para grávidas.
  • Hepatite A
    • Esta vacina tem eficácia de praticamente 100% na prevenção da hepatite A. Esta doença benigna é transmitida por líquidos ou alimentos contaminados, mas pode evoluir para uma forma fulminante, muito grave e fatal. A vacina é indicada para todas as idades a partir de um ano de vida em duas doses por via intramuscular, com intervalo de 6 meses entre elas. Não existe contraindicação na sua aplicação.
  • Hepatite B
    • A hepatite B é uma doença crônica (na maioria das vezes) que pode evoluir para cirrose e câncer de fígado. A vacina é extremamente segura e tem eficácia superior a 95%. Ela deve ser aplicada por via intramuscular em todos os indivíduos (0,1 e 6 meses). Nos recém-nascidos é indicada logo ao nascer para prevenir a transmissão vertical da Hepatite B, que acontece devido ao contato do recém-nascido com o sangue materno no canal do parto. Os prematuros e lactentes abaixo de dois quilos devem tomar uma quarta dose aos sete meses.
  • Hepatite A + B
    • A vacina Hepatite A + B previne, simultaneamente, as Hepatites A e B. É indicada para todas as idades a partir dos 12 meses. A aplicação é intramuscular em três doses (0,1 e 6 meses). É uma boa opção para pessoas que não foram vacinadas contra os dois tipos de Hepatites.
  • Herpes zoster
    • A vacina previne contra a doença Herpes zoster e é indicada para adultos a partir de 50 anos de idade, já que o risco é maior nessa faixa etária. No entanto, algumas pessoas sofrem com a doença mesmo após tomar a vacina. Nesses casos, ter tomado a vacina anteriormente ajuda na redução da intensidade e duração das dores causadas pela doença.
  • HPV Bivalente
    • A vacina HPB Bivalente protege a mulher contra o câncer do colo do útero causado pelos tipos de HPV 16 e 18. É aprovada no Brasil para mulheres a partir de nove anos e devem ser duas doses em meninas saudáveis de nove a 14 anos e três em mulheres de 15 a 25 anos.
  • HPV Quadrivalente
    • A vacina HPV quadrivalente protege a mulher contra os tipos de HPV 6, 11, 16 e 18, para evitar o câncer do colo do útero, vaginal, câncer vulvar e câncer anal, além da verruga genital.
    • É recomendada para mulheres a partir dos nove anos, em especial para aquelas que ainda não iniciaram a vida sexual para garantir maior eficácia na proteção, uma vez que a resposta imunológica é cerca de duas a três vezes maior em jovens com menos de 14 anos. Homens entre nove e 26 anos de idade, em função do risco de câncer anal, também tem indicação para a vacinação.
  • Influenza (Gripe)
    • A vacina é indicada para todas as idades e previne crianças, adolescentes e adultos da respiratória aguda, denominada Influenza ou Gripe. 
  • Meningite ACWY
    • A vacina Meningocócica ACWY é indicada para prevenir contra a doença Meningocócica Invasiva causada por Neisseria meningitidis do tipo A, C, W e Y. Em crianças, a vacinação deve ser iniciada aos três meses de idade, sendo três doses no primeiro ano de vida e reforços aos 12 meses, cinco anos e 11 anos de idade. Para adolescentes que nunca receberam a vacina, são recomendadas duas doses com intervalo de cinco anos e para adultos, dose única. 
  • Meningite B 
    • A vacina previne contra doença Meningocócica Invasiva causada por Neisseria meningitidis do tipo B. É indicada para crianças e adolescentes e para adultos com até 50 anos, dependendo de risco epidemiológico e para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença. São aplicadas duas doses com intervalo de um mês entre elas.
  • Meningite C
    • A vacina previne contra doença Meningocócica Invasiva causada por Neisseria meningitidis do tipo C. É indicada para crianças a partir de dois meses de vida até adolescentes, sendo que no primeiro ano de vida deve ser aplicada duas doses mais um reforço no segundo ano e, a partir de um ano de idade, é aplicada em dose única. Dependendo da situação epidemiológica, pode estar indicada para adultos, idosos e para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.
  • Pneumocócica 13-valente e 23-valente
    • A pneumonia é a principal causa de óbito por doenças infecciosas em crianças menores de 5 anos. Segundo o Datasus, de janeiro a setembro de 2016  foram registradas 144.661 internações  e 908 mortes por esta doença. Os idosos são também bastante susceptíveis gerando números mais alarmantes: 181.902 internações e 34.726 mortes, também conforme dados do Datasus.
    • A Rede Mater Dei de Saúde disponibiliza as vacinas Pneumocócica, que além de protegerem contra a pneumonia, imunizam contra outras infecções pneumocócicas: meningite (infecção da meninge – membrana que envolve o cérebro), bacteremia e sepse (infecção generalizada).
    • A vacina pneumocócica conjugada é indicada para crianças entre seis semanas e 6 anos de idade. São aplicadas três doses no primeiro ano de vida e uma dose de reforço entre 12 e 15 meses de idade. Crianças maiores de 6 anos não vacinadas e adultos até os 59 anos  devem tomar a vacina em situações especiais. A partir de 60 anos é recomendada uma dose.
    • A Pneumocócica 23 – valente é recomendada acima dos dois anos de idade em situações especiais de risco. A partir dos 60 anos são aplicadas duas doses com intervalo de 5 anos.
    • A imunidade inicia cerca de 10 a 15 dias após a vacinação e permanece por cinco a dez anos.
    • Existe contra- indicação? Não existem contra-indicações absolutas. Informar reação adversa a vacinação anterior.
    • Existe cuidado pós-aplicação? Não existem cuidados especiais. Qualquer alteração deve ser comunicada ao serviço.
  • Rotavírus pentavalente 
    • É uma vacina pentavalente de vírus vivos atenuados composta por quatro vírus humanos (G1, G2, G3 e G4) e um bovino (P1). A vacina é aplicada por via oral três doses com intervalo de dois meses entre elas. A primeira dose deve ser realizada entre seis e 12 semanas e a última até 32 semanas de idade. A eficácia está entre 74 a 98% para gastroenterite grave. Os eventos adversos mais frequentes são: irritabilidade, febre, fadiga, choro, perda de apetite, diarreia e vômitos. 
    • Está contraindicada em crianças com reação anafilática prévia a qualquer componente da vacina e também em crianças com história de doença gastrintestinal crônica, inclusive malformação congênita do trato gastrintestinal e imunodeprimidos (exceto HIV). Deve-se postergar a vacinação se a criança apresentar alguma doença grave, vômitos ou diarreia. A vacina contra o rotavírus pode ser aplicada concomitantemente com qualquer outra vacina ou com qualquer intervalo, sem interferência na eficácia ou aumento de eventos adversos. As vacinas de vírus vivos de uso oral, rotavírus e Sabin, podem ser administradas no mesmo dia ou com intervalo de 15 dias. O leite materno não interfere na resposta de ambas vacinas. 
  • Tríplice bacteriana acelular do adulto
    • A vacina Tríplice Acelular - DTPa contém toxoide diftérico, toxoide tetânico e antígenos altamente purificados da Bordetella pertussis, resultando na mesma proteção, porém, com menos efeitos adversos que a vacina triplice bacteriana de células inteiras. A vacina é aplicada por via intramuscular em três doses com intervalos de dois meses, a partir dos dois meses de idade. Primeiro reforço aos 15 meses e segundo reforço entre quatro e seis anos. Adultos sem vacinação comprovada devem tomar pelo menos uma dose da DTPa além de duas doses da DT (dupla bacteriana do tipo adulta - tétano e difteria). 
  • Tríplice viral
    • A vacina Tríplice viral é composta por vírus vivos atenuados causadores das doenças Caxumba, Rubéola e Sarampo. A aplicação é subcutânea, indicada a partir de um ano de idade e deve ser feita no mesmo dia da vacina contra a Catapora (ou Varicela) ou, se não for possível, deverá ser respeitado um intervalo mínimo de 28 dias entre elas. Deve ser dado um reforço entre quatro e seis anos. Adultos sem histórico vacinal devem tomar pelo menos duas doses para garantir a proteção.
    • A reação mais comum é febre, entre o 5° e o 14° dia após sua administração, benigna e autolimitada. Pode aparece também uma reação cutânea rash, que não precisa de tratamento específico. Está contraindicada na gestante. A eficácia da vacina tríplice viral é em media de 95%. 
  • Varicela (Catapora)
    • O vírus da varicela ou catapora é facilmente disseminado através do ar. A vacina é composta de vírus vivo atenuado aplicada via subcutânea para todas as crianças a partir de 1 ano de idade com uma dose de reforço entre quatro e seis anos de idade. Em situações especiais, podemos iniciar a vacinação a partir de nove meses. Esta vacina também é indicada para adultos que não tiveram a doença. Estes devem receber duas doses, com intervalos que dependem da sua faixa etária. Deverá ser aplicada no mesmo dia que a vacina tríplice viral, ou na sua impossibilidade, aguardar intervalo mínimo de 28 dias entre elas. 
    • A eficácia da vacina contra as formas graves da varicela é de 90 a 95% e, para todas as formas, entre 80 a 85%. O evento adverso mais comum é a febre entre dois a três dias após a aplicação, sendo benigna e autolimitada. Recomenda-se evitar o uso de derivados do ácido acetil salicílico (AAS) após a aplicação da vacina, pelo risco teórico de uma doença muitíssimo rara, porém grave (Síndrome de Reye).

Você está em dia com o seu calendário de vacinação?
 
Calendário Básico de Vacinação


Calendário de Vacinação por grupos:
 
Prematuro
Criança - 0 a 10 anos
Adolescente - 11 a 19 anos
Adulto - 20 a 59 anos
Gestante
Idoso - mais de 60 anos
Ocupacional







 
 
Laboratório da Rede Mater Dei de Saúde
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